Paisagismo??!!

via Land 4us, análise sobre a Portaria nº 1379/2009 de 30 de Outubro de 2009.

Depois de tantos anos a lutar pela valorização da Arquitectura Paisagista, surge agora esta portaria a esvaziar completamente a profissão e a remeter-nos apenas para "coadjuvantes" ??!!

Já não bastava ter passado uma vida a solicitarem-me projectos de "ARRanjos Exteriores" que agora vão passar a ser chamados "Projectos de Paisagismo" ou "Projecto Ordenador de Paisagismo"!!!
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Clematis vitalba

Nome cientifico: Clematis vitalba L.
Nome vulgar: Clematide-branca; Clematite; Clematite-branca; Cipó-do-reino; Vide-branca; Vitalba

Local: Mata do Vimeiro, Alcobaça

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Maclura pomifera

Nome cientifico: Maclura pomifera
Nome vulgar: Laranjeira-de -Osage; pau-d'arco; Osage-orange

Local: CR

É uma pequena a média árvore, que pode atingir 8 a 15m de altura, de folhagem caduca.
É uma planta dióica, nativa do centro dos EUA.
O fruto é múltiplo com 7 a 15cm de diâmetro, cheio de latex branco e pegajoso com um cheiro semelhante á laranja.
Tem uns espinhos vigorosos na axila das folhas que podem crescer até aos 2,5cm.
A floração é pouco exuberante e mesmo sem uma árvore de flores masculinas por perto, a árvore de flores femininas dá frutos, mas sem sementes.


Perguntaram-me se eu conhecia esta árvore e demorei algum tempo até conseguir descobrir. Foi o facto de os frutos nascerem nos ramos mais velhos, que me fez lembrar de alguns Ficus.
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Serra de Montejunto

A Serra de Montejunto com os seus 666m de altitude é a Serra mais próxima da região Centro/Oeste, onde resido. Possui uma diversidade de motivos de interesse que justificam várias visitas, quer no âmbito paisagístico, como geológico, arqueológico, vegetal ou animal e tantos mais...

Este é o castinçal que existe perto do Centro de Interpretação Ambiental da Serra de Montejunto. Um castinçal é um povoamento de castanheiro bravo e tanto estes como os pinheiros, sobreiros e carvalhos terão sido plantados pelos Seviços Florestais no início do séc. XX. Aqui neste Centro, está disponível informação sobre percursos pedestres e sobre a Serra de um modo geral.

Ouriço da castanha

Crocus serotinus - Açafrão-bravo


Já no topo da serra, encontram-se marcas mais antigas da ocupação humana como este Convento Dominicano do sec.XIII. (Mas parece que há mais... que eu não vi). Mais recentementemente, sec. XX , a intervenção humana ficou marcada pela colocação de antenas de telecomunicações civis e militares (ultima foto).
Nesta altitude, em volta das ruínas, encontram-se estes excelentes exemplares de Erodium cicutarium e de
Calendula arvensis - Erva-vaqueira

Sedum album - Arroz-dos-telhados
(?)
Junto ao Convento existe também a Capela da Sra das Neves - séc. XIII ou antes.

Entre outras plantas, reparei neste Rhamnus alaternus 'brotando' das paredes das ruínas (Obrigada pela correcção Rui :)
Algures, pelo meio das minhas pesquisas encontrei numa referência a este maciço calcário como sendo quase como uma 'ilha' relativamente á paisagem envolvente e de facto é o que se sente. Em volta desta estrutura geológica, com cerca de 15km por 7km, avistam-se os terrenos mais baixos e cultivados dos concelhos limítrofes como o Cadaval, Bombarral, Alenquer e até as Lezírias do Tejo, etc




Dianthus lusitanus (?) - Cravina-brava
O alecrim - Rosmarinus officinalis - domina o estrato arbustivo deste planalto intermédio



Sementes da Paeonia


A meio da encosta encontrei este exemplar de Acer monspessulanum ou Zêlha

Phillyria latifolia - Aderno








Linaria (será caesia?)


Teucrium polium (?)



Jasminum fruticans - Jasmineiro-do-campo

Helleborus foetidus - Erva-besteira


Prunus spinosa - Abrunheiro-bravo
Crataegus monogyna - Espinheiro-branco




Encontram-se cerca de 75 espécies de aves e morcegos que nidificam por aqui, algumas delas referidas no Livro Vermelho dos Vertebrados e cerca de 400 espécies de plantas, algumas delas endemismos de zonas calcárias.
Salvia
Bosque denso de Quercus coccifera e Phillyrea latifolia na transição da serra para os terrenos cultivados.



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Extravagante?!

Encontrei este Dipsacus (penso eu), num passeio na Serra de Montejunto.
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Mimetismo II


Andava eu apreciando os tons fantásticos da minha erica preferida, a Erica ciliaris, quando um arrepio faiscou pelas minhas costas acima até ao cocuruto. -_-' ... eu sei, mas...é mais forte que eu ^_^
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Merendera montana


Nome cientifico: Merendera montana (L.) Lange syn. Bulbocodium pyrenaicum (Pourr.) Samp. Syn. Merendera pyrenaica syn Colchicum bulbocodioides
Nome vulgar: Noselha; Quita-merenda

Local: Serra do Bouro, CR

Planta endémica na Península Ibérica até C Pirinéus, frequente no Norte e Centro de Portugal, em terras de pasto e rotas de rebanhos, á beira dos caminhos, em sítios secos e pedregosos (como neste caso) e em prados de montanha com matos rasteiros.
É um geófito, que floresce de Agosto a Novembro, desenvolvendo as folhas basais e lineares apenas depois da floração, mantendo-se verdes até á Primavera.
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Ceratonia siliqua


Nome cientifico: Ceratonia siliqua L.
Nome vulgar: Alfarrobeira

Local: Parque D. Carlos I, CR


A ideia que eu tinha das alfarrobeiras era de umas árvores grandes, mais largas que altas, a pontuar a serra e os aldeamentos algarvios ;) numa paisagem aberta e soalheira.
Por isso não me apercebia que passava frequentemente ao pé delas. Reparei recentemente que no Parque D. Carlos I, existem várias, por entre a diversificada vegetação. Mais altas que largas, meio retorcidas, á procura de alguma escassa luz que as árvores de maior porte e crescimento mais rápido deixem passar.
Comecei por reconhecê-las pelas suas folhas arredondadas e depois fui surpreendida pelos amentilhos avermelhados que se 'escondiam' no interior da folhagem.
Estes amentilhos pertencem a uma planta de flores masculinas e, só por não saber que a alfarrobeira é uma planta dióica, não procurei em volta se haveria uma planta de flores femininas por perto.


As inflorescências surgem na madeira velha ou no tronco, com as flores dispostas em espiral.
As flores não têm corola, que foi substituída por um disco carnoso, numa roseta central. No caso das flores masculinas, apresentam 5 estames de cor avermalhada ou amarelada (foto).
O fruto é uma vagem, como é regra das leguminosas.
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Minuartia recurva

Nome cientifico: Minuartia recurva (All.) Schinz et Thell. syn. Arenaria recurva
Nome vulgar: ?

Local: Serra da Estrela


Género dedicado a Juan Minuart (1693-1768), botânico catalão.
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Erica cinerea

Nome cientifico: Erica cinerea L.
Nome vulgar: Negrela; Queiró; Queiroga; Urze-roxa

Local: Serra da Estrela, Vide

Mais uma urze dos nossos matos e do W e C Europa, Córsega, Transilvânia e Macaronésia (Madeira).
Pequeno arbusto, indicador de solos ácidos e apreciado pelas abelhas.

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Spergularia rubra

Nome cientifico: Spergularia rubra
Nome vulgar: Arenária; Sapinho-roxo-das-areias

Local: Serra da Estrela, torre

De pequenas folhas lineares carnudas, num tom de verde baço, quase azulado.
Com um porte também prostrado, forma almofadas floridas, dada a densa floração nesta altura - Agosto.
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Paronychia polygonifolia

Nome científico: Paronychia polygonifolia (Vill.) DC.
Nome vulgar: ?
.
Local: Serra da Estrela, torre
.
Esta pequena planta aparece em zonas de montanha na Península, suportando grandes variações de temperatura. Encontra-se em solos muitos secos e ácidos.
Tem um porte prostrado.
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ÁRVORES de Portugal

Acabado de nascer, este site visa centrar atenções em volta das nossas árvores.
Valorizo a iniciativa dos quatro autores iniciais e a missão a que se propõem para que este espaço seja de todos, para todos, com o apoio da Associação também criada.
Sublinho ainda um dos seus propósitos:
"Só uma soci­e­dade escla­re­cida e dis­posta a envolver-se acti­va­mente poderá aju­dar a evi­tar os erros pas­sa­dos e que con­ti­nuam a verificar-se actu­al­mente."
Que MUITOS vos vejam e oiçam :))
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Echinospartum ibericum

Nome científico: Echinospartum ibericum Rivas Mart., Sánchez Mata et Sancho syn. Echinospartum lusitanicum (L.) Rothm. subsp. lusitanicum syn. Genista lusitanica L.
Nome vulgar: Caldoneira

Local: Serra da Estrela

Este arbusto fez-me lembrar o tojo por ser densamente espinhoso. Sendo da mesma família, é um endemismo ibérico que se encontra nas zonas montanhosas de Portugal.

Encontrei-o no andar superior ou alpino da Serra da Estrela, onde as plantas tentam resistir ao frio e ao vento, tomando a forma de almofada.

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Sedum brevifolium



Nome cientifico: Sedum brevifolium DC.
Nome vulgar: Arroz-dos-muros; Arroz-dos-telhados

Local: Serra da Estrela



Este Sedum e outras pequenas plantas que vou publicar de seguida, cobrem o solo granítico da Serra da Estrela, já perto da Torre, o seu ponto mais alto. Á primeira vista parece ser uma paisagem pobre, inóspita, pontuada apenas por alguns arbustos deformados pelas condições adversas do local. Mas numa observação mais próxima dá para perceber que não é bem assim: entre gramíneas e pequenas plantas de flor, deu para me aperceber que são inúmeras as espécies.

Pena que a visita tenha sido tão rápida... mas quem sabe um dia tenha a oportunidade de subir a Serra ao 'meu passo' e da minha 'Finepix' ;)

This Sedum and some other small plants that I'll publish soon, cover the Serra da Estrela granitic soil, near the Tower, its highest point. In a first sight looks a poor landscape, with some few bushes unshaped by the hard weather conditions. But looking closer we can find grasses and lots of small flowering plants.

I wish one day I can climb this special hill with my time and my 'Finepix' ;)
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Malva tournefortiana

Nome cientifico: Malva tournefortiana L.
Nome vulgar: Malva

Local: Serra da Estrela

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Chondrilla juncea

Nome cientifico: Chondrilla juncea L.
Nome vulgar: Leituga-branca; Lentuga; Rabos

Local: Serra da Estrela

Tal como no fim da Primavera a chicória de flor azul bordejava quase continuamente as nossas estradas, fui encontrar esta sua 'prima' a bordejar' abundantemente, agora em Agosto, as estradas da Serra da Estrela. Tem um porte muito semelhante á Cichorium intibus diferindo principalmente nas flores amarelas mais pequenas.
Distribui-se por quase toda a Europa e região mediterrânica.
Tem raízes profundas que podem atingir os 2,5m de profundidade.
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Nicotiana glauca

Nome cientifico: Nicotiana glauca Graham
Nome vulgar: Charuteira; Charuto-do-rei; Roca-de-Vénus; Tabaco-arbóreo; Tabaco-bravo
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Local: Baldio em Almada
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Arbusto ou pequena árvore, altamente venenoso oriundo da Bolívia e Argentina e naturalizado na Região Mediterrânica, África S e Macaronésia.
A folhagem apresenta uma cor verde-azulada.
Contém anabasina, um alcaloide muito parecido com a nicotina que lhe confere a toxicidade.
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Crucianella maritima

Nome cientifico: Crucianella maritima L.
Nome vulgar: Granza-maritima

Local: Lagoa de Óbidos, Salir do Porto, S.M.Porto, Praia de Quiaios

Planta vivaz, lenhosa na base.
Distribui-se pelo W da região mediterrânica, sendo frequente em toda a costa portuguesa.
Instala-se primeiro nas zonas mais abrigadas da duna frontal e estendo-se depois para o interior.
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Cyperus capitatus

Nome científico: Cyperus capitatus Vandelli
Nome vulgar: ?

Local: Salir do Porto; S.M.Porto

É uma planta herbácea, vivaz, rizomatosa e de cor cinzento-azulada.
Encontra-se nas areias de todo o litoral português, discretamente.
Pode ter entre 10 e 40cm de altura, de aspecto robusto, tem um caule roliço, solitário e sem pêlos.
A inflorescência é condensada e séssil.
Distribui-se pela região mediterrânica.
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Helichrysum picardii

Nome científico: Helichrysum italicum (Roth) G. Don. subsp. picardii (Boiss. & Reuter) Franco
Nome vulgar: Perpétua-das-areias; caril-das-areias

Local: Salir do Porto, S.M. Porto

Aspecto da planta com os capítulos de flor (amarelo-esverdeado) ainda por abrir

Aspecto da planta já em plena floração amarelo-dourado
É um subarbusto aromático, que atinge os 40 cm de altura e os 80cm de diâmetro, com caules angulosos.
Tem folhas inteiras, estreitamente lineares e enroladas para reduzir a transpiração, esverdeadas e cresce formando uma almofada compacta (hábito pulvinado). Esta forma semi-esférica e compacta é uma estratégia para criar um micro-ambiente que lhe seja mais favorável, protegendo-se do calor e da secura do meio envolvente.
É relativamente maior que o Helichrysum stoechas e a folhagem é mais esverdeada.
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Caminhando pela Praia de Quiaios

Este fim de semana fomos até á Praia de Quiaios fazer um passeio na companhia de quem muito bem conhece não só os tesouros desta praia mas também da Serra da Boa Viagem.
Está em curso a criação de uma Associação privada para a Defesa do Ambiente e promoção do Turismo ecológico na zona da Praia de Quiaios (Dunas de Quiaios) e Serra da Boaviagem (Cabo Mondego), iniciativa esta que merece todo o apoio não só pela riqueza de fauna e flora existente neste local como pela ameaça que constitui a Acacia longifolia, na zona da Serra.
Começamos o passeio pela praia, seguindo pelo passadiço de madeira que permite apreciar a variada vegetação característica das dunas sem a danificar.

Crucianella maritima

Silene


Pancratium maritimum


Linaria caesia

Depois da praia subimos á Serra... logo ali



começam a surgir os primeiros vestígios de fósseis (que eu nunca descobriria ;)

... madressilva com frutos - dá para imaginar o seu aspecto em flor :)
Oliveira - tentando resistir á acção do vento

Dipsacus laciniatus


Cabo Mondego - exploração de cal hidráulica da CIMPOR

Iberis procumbens


e um pouco mais acima observam-se os fósseis...
Acacia longifolia - a surgir por entre os pinheiros


Atractylis gummifera
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Halimium halimifolium

Nome científico: Halimium halimifolium (L.) Willk. f. maculatum
Nome vulgar: Sargaça
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Local: Lagoa de Valado de Frades, pinhal
.
Arbusto pequeno, de folhagem cinza prateado, encontrado em solo arenoso.
Característico da região mediterrânica, com preferência por matos e dunas do litoral.
As flores de cinco pétalas, são totalmente amarelas ou possuem manchas violáceas na base, na forma maculatum.
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Na praia norte da Nazaré

O Promontório do Sítio da Nazaré representa o perfil característico que remata o cenário onde está encaixada a tão conhecida vila da Nazaré.
Este promontório divide duas paisagens diametralmente opostas mas nem por isso menos interessantes, dependendo claro está dos nossos interesses :)
Para sul, a praia e a vila fervilham de gente, na agitação típica da época de férias.

Para norte, descobre-se um outro mundo. Aqui a praia, as dunas e o mar estão entregues a si próprios.
Particularmente interessantes são as falésias.

Quase sem se perceber como, das rochas surgem Inula crithmoides, Limonium


Crithmum maritimum e Frankenia

A exposição aos ventos Norte e o mar nornalmente sempre com ondas boas para surfistas, não proporcionam boas condições para fazer praia, pelo que é possível apreciar a diversidade de plantas existente nas dunas.

Otanthus maritimus e Euphorbia portlandica
mas também Calystegia soldanella, Eryngium maritimum, Medicago marina, Polygonum maritimum, Crucianella maritima, Artemisia maritima e Elymus farctus (feno-das-areias)

Sedum sediforme e Paronychia argentea
Quando nos começamos a afastar da praia para o interior, começa a dominar o Helichrysum stoechas, Ononis natrix ramosissima, para além das invasoras Carpobrotus edulis (chorão-das-praias) e Arundo donax (cana).
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Cuscuta epithymum

Nome cientifico: Cuscuta epithymum L.
Nome vulgar: Cabelos; Linho-de-cuco

Local: Nadadouro, CR

A Cuscuta é uma planta parasita, sem raízes e sem clorofila. Alimenta-se, introduzindo uns órgãos de sucção chamados haustorios nos ramos das plantas hospedeiras, chupando a seiva que não consegue sintetizar. Pode parasitar herbáceas mas tem preferência por arbustos e em especial por leguminosas.

Cuscuta a parasitar o tojo.
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"Em Nome da Terra"

Via Bioterra, tive conhecimento desta colecção de videos sobre o Arq. Gonçalo Ribeiro Telles.

Porque razão os políticos não ouvem as palavras deste Homem?

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Lagoa de Óbidos - II

Lagoa de Óbidos - Foz do Arelho - fim da Primavera 2009


Depois de um primeiro passeio feito na Lagoa de Óbidos - I num Inverno passado, resolvi ás portas do Verão, voltar a percorrer a zona interdunar atravessada pelo recém criado passeio pedonal que cincunda a Lagoa. Agora as gramíneas predominam e por entre estas surgem ocasionalmente

Plantagos sp. ......................Melilotus indicus

Medicago marina................................. Frankenia

Lolium rigidum e Vulpia sp

Euphorbia paralias

Juncus acutus.............Crucianella maritima

Calystegia soldanella ..................... Cakile maritima
Atriplex prostrata
.
Curiosamente, tirando a intensidade da luz e o domínio das gramíneas, é pouco evidente a diferença entre as duas estações, ao contrário do que é fácil reparar actualmente noutros habitats. Com excepção da Crucianella e da Calystegia, tudo se mantém semelhante e sem a exuberância primaveril.
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Stachys officinalis

Nome cientifico: Stachys officinalis (L.) Trevis. syn.: Betonica officinalis, Stachys betonica
Nome vulgar: Betónica; Cestro

Local: Pinhal ESAD, CR

Herbácea com cerca de 60 a 80cm de altura, de caules quadrangulares com pêlos e folhas oblongas dentadas, de nervuras profundamente marcadas, verde escuro, dispostas sobretudo na base.
Flores de um rosa-púrpura uniforme sem marcas, em espigas terminais com brácteas semelhantes ás folhas, ou formando-se nas axilas das folhas superiores.Encontrei apenas 4 ou 5 exemplares, á beira de um caminho, no pinhal, numa exposição meia-sombra.
Tem propriedades medicinais sobretudo no tratamento das dores de cabeça.
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Dia Mundial do Ambiente HOME (Trailer)

Hoje dia 5 de Junho, Dia Mundial do Ambiente, é exibido este filme nos cinemas, na televisão, em dvd e na Internet simultaneamente em mais de 50 países.

"HOME, filme da autoria do realizador francês Yann Arthus-Bertrand, é constituído por paisagens aéreas do mundo inteiro e pretende sensibilizar a opinião pública mundial sobre a necessidade de alterar modos e hábitos de vida a fim de evitar uma catástrofe ecológica planetária. "

e o filme integral na versão portuguesa

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